12/02/2026
Atendendo a pedido da Contraf-CUT, Banco do Brasil antecipa pagamento da PLR para 3 de março
O Banco do Brasil informou que antecipará o pagamento da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) para o dia 3 de março de 2026, atendendo a um pedido da Contraf-CUT e da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB).
A antecipação é resultado da pressão do movimento sindical, que cobrou do banco a liberação dos valores o quanto antes, considerando o cenário econômico e a importância da PLR para os trabalhadores, especialmente em um contexto de sobrecarga, fechamento de agências e redução do quadro de pessoal.
Para Fernanda Lopes, coordenadora da CEBB, a antecipação é uma conquista da luta dos funcionários, mas não substitui a necessidade de avanços estruturais na valorização do funcionalismo. “A antecipação da PLR é uma vitória da mobilização da Contraf-CUT e dos trabalhadores do Banco do Brasil. É um direito construído com muito esforço e que precisa ser respeitado. Mas o banco ainda deve mais: precisamos de contratações, melhores condições de trabalho e o fim da sobrecarga causada pela redução de pessoal e pelo fechamento de unidades”, afirma Fernanda.
Ela também reforça que o resultado financeiro do banco é fruto direto do trabalho dos funcionários. “O lucro do Banco do Brasil só existe porque os funcionários entregam resultados diariamente, mesmo sob pressão e metas abusivas. Valorizar quem constrói esses números precisa ser uma prioridade real, e não apenas um discurso”, completa.
A antecipação é resultado da pressão do movimento sindical, que cobrou do banco a liberação dos valores o quanto antes, considerando o cenário econômico e a importância da PLR para os trabalhadores, especialmente em um contexto de sobrecarga, fechamento de agências e redução do quadro de pessoal.
Para Fernanda Lopes, coordenadora da CEBB, a antecipação é uma conquista da luta dos funcionários, mas não substitui a necessidade de avanços estruturais na valorização do funcionalismo. “A antecipação da PLR é uma vitória da mobilização da Contraf-CUT e dos trabalhadores do Banco do Brasil. É um direito construído com muito esforço e que precisa ser respeitado. Mas o banco ainda deve mais: precisamos de contratações, melhores condições de trabalho e o fim da sobrecarga causada pela redução de pessoal e pelo fechamento de unidades”, afirma Fernanda.
Ela também reforça que o resultado financeiro do banco é fruto direto do trabalho dos funcionários. “O lucro do Banco do Brasil só existe porque os funcionários entregam resultados diariamente, mesmo sob pressão e metas abusivas. Valorizar quem constrói esses números precisa ser uma prioridade real, e não apenas um discurso”, completa.
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