29/11/2024
Santander promove mais um ataque contra seus empregados
O banco anunciou mais uma mudança ne rotina de trabalho que pode prejudicar seus funcionários. Desta vez, os afetados fazem parte do segmento de gerentes de contas empresariais, chamadas contas PJ. O banco pretende abolir a marcação de ponto por esses funcionários, alegando que isso dará maior flexibilidade para que cada um gerencie sua rotina e horários de trabalho para atender as demandas dos clientes.
“É mais um ataque que o banco promove aos seus funcionários, sem qualquer negociação ou comunicação prévia às entidades de representação dos trabalhadores. O movimento sindical não compactua com esse absurdo, que pode trazer perdas financeiras, uma vez que as horas-extras, que ultrapassarem as oito horas da jornada estabelecida não serão pagas, e impactar também na saúde mental e física dos trabalhadores”, explicou a coordenadora da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Santander, Wanessa Queiroz.
Para a coordenadora da COE/Santander, é fundamental que os trabalhadores tenham sua jornada respeitada, mesmo em casos de visitas externas para atendimento aos clientes.
“Vamos pedir para que o banco agende uma reunião para tratarmos sobre esta questão, que está deixando muitos funcionários apreensivos, e continuar cobrando o respeito à Convenção Coletiva de Trabalho da categoria bancária e ao nosso Acordo Coletivo de Trabalho específico, para evitar prejuízos aos trabalhadores e o respeito às entidades de representação sindical, que devem negociar antecipadamente todas as mudanças de gestão do banco que interfiram na rotina de trabalho e na vida dos trabalhadores”, disse, ao informar que tão logo a reunião seja agendada a Contraf-CUT informará aos trabalhadores.
“É mais um ataque que o banco promove aos seus funcionários, sem qualquer negociação ou comunicação prévia às entidades de representação dos trabalhadores. O movimento sindical não compactua com esse absurdo, que pode trazer perdas financeiras, uma vez que as horas-extras, que ultrapassarem as oito horas da jornada estabelecida não serão pagas, e impactar também na saúde mental e física dos trabalhadores”, explicou a coordenadora da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Santander, Wanessa Queiroz.
Para a coordenadora da COE/Santander, é fundamental que os trabalhadores tenham sua jornada respeitada, mesmo em casos de visitas externas para atendimento aos clientes.
“Vamos pedir para que o banco agende uma reunião para tratarmos sobre esta questão, que está deixando muitos funcionários apreensivos, e continuar cobrando o respeito à Convenção Coletiva de Trabalho da categoria bancária e ao nosso Acordo Coletivo de Trabalho específico, para evitar prejuízos aos trabalhadores e o respeito às entidades de representação sindical, que devem negociar antecipadamente todas as mudanças de gestão do banco que interfiram na rotina de trabalho e na vida dos trabalhadores”, disse, ao informar que tão logo a reunião seja agendada a Contraf-CUT informará aos trabalhadores.
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