04/06/2024
Santander divulga resultados do primeiro Censo de Diversidade e Inclusão
O Santander divulgou nesta segunda-feira (3) os resultados do seu primeiro Censo de Diversidade e Inclusão, que contou com a participação de 26 mil trabalhadores, representando 51% do quadro funcional do banco. A iniciativa visa conhecer melhor os empregados em relação a características de raça, gênero, geração, orientação sexual e deficiência, com o intuito de melhorar as condições de trabalho e promover um ambiente mais inclusivo.
De acordo com os dados divulgados:
58% dos respondentes se autodeclararam brancos, 30,2% pardos, 9% pretos, 2,1% amarelos e 0,2% indígenas.
Em termos de identidade de gênero, 52,7% se identificaram como mulheres cis, 0,2% como mulheres trans, 45,5% como homens cis, 0,2% como homens trans e 0,3% como não binários.
As gerações foram representadas da seguinte forma: 69,8% da geração Y, 17,1% da geração X, 12,8% da geração Z e 0,3% baby boomers.
Em relação à orientação sexual, 87% se autodeclararam heterossexuais, 5,4% bissexuais, 4,5% gays, 1,7% lésbicas, 1,1% pansexuais e 0,3% outros.
Entre as pessoas com deficiência, 52,7% possuem deficiência física, 21,6% visual, 13,1% neuro divergente, intelectual ou múltipla, e 12,7% auditiva.
Wanessa de Queiroz, coordenadora da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Santander, destacou que, para o movimento sindical, a pesquisa é fundamental. “A partir do Censo, temos material para que possamos atender às reivindicações de todos esses grupos, especialmente na mesa permanente que temos estabelecida na ACT Santander. Isso nos permite discutir, por exemplo, a importância da ascensão profissional para todos, destacando a participação das mulheres, que representam 52,9% do quadro”, explicou.
Ela ressaltou a necessidade de incentivo à formação de lideranças em áreas executivas do banco, onde atualmente apenas uma posição é ocupada por uma mulher. “O respeito à diversidade é fundamental para que a empresa cresça, respeite e atenda às necessidades de todos os empregados, fornecendo um ambiente mais respeitoso para todos no Brasil. O movimento sindical estará sempre atuando nas mesas da COE para representar e levar todas as reivindicações, com o intuito de avançar nas conquistas e nos direitos estabelecidos.”
Wanessa também destacou as desigualdades salariais entre homens e mulheres, particularmente entre mulheres negras. “Apesar das mulheres representarem o maior grupo de empregados, ainda observamos diferenças significativas em relação aos ganhos. Grande parte das mulheres recebe percentuais menores do que os homens, e a diferença é ainda maior quando se trata de mulheres negras.”
Segundo levantamentos organizados pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), as mulheres recebem em média 21% menos que os homens. Na categoria bancária, o cenário é um pouco pior: as mulheres recebem em média 22,2% menos que os homens. Se a mulher bancária for negra, então, ela recebe em média 40,6% a menos que o homem bancário branco.
De acordo com os dados divulgados:
58% dos respondentes se autodeclararam brancos, 30,2% pardos, 9% pretos, 2,1% amarelos e 0,2% indígenas.
Em termos de identidade de gênero, 52,7% se identificaram como mulheres cis, 0,2% como mulheres trans, 45,5% como homens cis, 0,2% como homens trans e 0,3% como não binários.
As gerações foram representadas da seguinte forma: 69,8% da geração Y, 17,1% da geração X, 12,8% da geração Z e 0,3% baby boomers.
Em relação à orientação sexual, 87% se autodeclararam heterossexuais, 5,4% bissexuais, 4,5% gays, 1,7% lésbicas, 1,1% pansexuais e 0,3% outros.
Entre as pessoas com deficiência, 52,7% possuem deficiência física, 21,6% visual, 13,1% neuro divergente, intelectual ou múltipla, e 12,7% auditiva.
Wanessa de Queiroz, coordenadora da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Santander, destacou que, para o movimento sindical, a pesquisa é fundamental. “A partir do Censo, temos material para que possamos atender às reivindicações de todos esses grupos, especialmente na mesa permanente que temos estabelecida na ACT Santander. Isso nos permite discutir, por exemplo, a importância da ascensão profissional para todos, destacando a participação das mulheres, que representam 52,9% do quadro”, explicou.
Ela ressaltou a necessidade de incentivo à formação de lideranças em áreas executivas do banco, onde atualmente apenas uma posição é ocupada por uma mulher. “O respeito à diversidade é fundamental para que a empresa cresça, respeite e atenda às necessidades de todos os empregados, fornecendo um ambiente mais respeitoso para todos no Brasil. O movimento sindical estará sempre atuando nas mesas da COE para representar e levar todas as reivindicações, com o intuito de avançar nas conquistas e nos direitos estabelecidos.”
Wanessa também destacou as desigualdades salariais entre homens e mulheres, particularmente entre mulheres negras. “Apesar das mulheres representarem o maior grupo de empregados, ainda observamos diferenças significativas em relação aos ganhos. Grande parte das mulheres recebe percentuais menores do que os homens, e a diferença é ainda maior quando se trata de mulheres negras.”
Segundo levantamentos organizados pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), as mulheres recebem em média 21% menos que os homens. Na categoria bancária, o cenário é um pouco pior: as mulheres recebem em média 22,2% menos que os homens. Se a mulher bancária for negra, então, ela recebe em média 40,6% a menos que o homem bancário branco.
MAIS NOTÍCIAS
- Após reivindicação da COE, Itaú flexibiliza regras de mobilidade para visitas comerciais
- Negociação sobre saúde acontece sob clima de ameaças
- Caixa não apresenta respostas às reivindicações dos empregados
- Funcionários do Banco do Brasil cobram avanços em inclusão, igualdade e apoio a trabalhadores endividados
- Campanha Nacional: movimento sindical avança em mesa por Igualdade de Oportunidades
- Após mobilização sindical, 600 trabalhadores retornam à categoria bancária no Santander
- COE e Comando Nacional dos Bancários entregam pauta de reivindicações ao Itaú e cobra valorização das negociações diante da reestruturação do banco
- Justiça garante transferência de bancária para assegurar continuidade de tratamento de saúde
- Campanha Nacional dos Bancários 2026 tem início com entrega da minuta de reivindicações à Fenaban
- Sindicato dos Bancários de Assis participa da 28ª Conferência Nacional e reforça luta por mais salários, empregos e direitos
- Sindicato dos Bancários de Assis participa da 28ª Conferência Nacional e reforça luta por mais salários, empregos e direitos
- EDITAL ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA CAMPANHA NACIONAL DOS BANCÁRIOS 2026
- 28ª Conferência Nacional dos Bancários: categoria se reúne em SP para definir rumos da Campanha Nacional Unificada 2026
- Santander tenta retirar poder dos associados da Cabesp e entidades mobilizam beneficiários contra reforma estatutária
- 41º Conecef vai debater os desafios das empregadas e dos empregados da Caixa e preparar a Campanha Nacional