03/06/2026
Movimento sindical denuncia metas abusivas e pressão crescente sobre funcionários do Mercantil
O movimento sindical está denunciando o aumento da pressão comercial e a imposição de metas consideradas abusivas pelo banco Mercantil. Segundo relatos de funcionários, a instituição elevou de forma repentina os objetivos relacionados ao crédito consignado e ao crédito imediato, além de ampliar significativamente o número de campanhas internas de premiação, sem qualquer processo de diálogo com a representação dos trabalhadores.
Para os representantes dos empregados, a combinação de metas mais elevadas com novos critérios de elegibilidade tornou o alcance dos resultados cada vez mais difícil, aumentando a pressão sobre as equipes e comprometendo a remuneração variável dos trabalhadores.
O coordenador nacional da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Mercantil, Vanderci Antônio da Silva afirma que os funcionários estão em permanente preocupação. “O que deveria ser um incentivo virou um verdadeiro pesadelo para bancárias e bancários. O Mercantil está impondo novas e complexas travas de elegibilidade e atingir os objetivos se tornou uma tarefa quase impossível”, critica.
De acordo com a representação dos trabalhadores, a estratégia adotada pelo banco fragmenta as metas em diversas campanhas simultâneas, dificultando o acompanhamento dos resultados e criando obstáculos para o recebimento dos bônus previstos nos programas de remuneração variável.
O movimento sindical destaca que o Mercantil vem registrando crescimento consistente nos últimos anos e considera injustificável que os trabalhadores sejam submetidos a exigências consideradas excessivas para terem acesso à parcela variável de seus rendimentos. “O Mercantil está crescendo ano a ano e lucra alto graças ao esforço dos funcionários e funcionárias. Usar metas inalcançáveis e travas burocráticas para estrangular os bônus dos trabalhadores é inaceitável”, afirma Marco Aurélio Alves, integrante da representação dos empregados do banco.
Pressão excessiva e adoecimento
Os relatos encaminhados à representação dos trabalhadores apontam para um ambiente de crescente sobrecarga nas unidades do banco. Além da pressão por resultados, funcionários denunciam dificuldades operacionais relacionadas aos sistemas utilizados para validação dos critérios de elegibilidade das campanhas.
Segundo o movimento sindical, a situação tem contribuído para o aumento de casos de adoecimento, especialmente quadros de ansiedade, estresse e síndrome de burnout.
Diante desse cenário, a COE-BMB cobra que o Mercantil reveja imediatamente as metas relacionadas ao crédito consignado, simplifique os programas de incentivo e adote critérios mais transparentes para participação e pagamento das premiações. “Exigimos que o Mercantil reveja, imediatamente, as metas do crédito consignado, pare de impor campanhas confusas que pulverizam o foco dos funcionários e tenha clareza nos critérios de elegibilidade. O lucro não pode vir às custas do adoecimento da categoria”, reforça Vanderci Antônio da Silva.
Para os representantes dos empregados, a combinação de metas mais elevadas com novos critérios de elegibilidade tornou o alcance dos resultados cada vez mais difícil, aumentando a pressão sobre as equipes e comprometendo a remuneração variável dos trabalhadores.
O coordenador nacional da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Mercantil, Vanderci Antônio da Silva afirma que os funcionários estão em permanente preocupação. “O que deveria ser um incentivo virou um verdadeiro pesadelo para bancárias e bancários. O Mercantil está impondo novas e complexas travas de elegibilidade e atingir os objetivos se tornou uma tarefa quase impossível”, critica.
De acordo com a representação dos trabalhadores, a estratégia adotada pelo banco fragmenta as metas em diversas campanhas simultâneas, dificultando o acompanhamento dos resultados e criando obstáculos para o recebimento dos bônus previstos nos programas de remuneração variável.
O movimento sindical destaca que o Mercantil vem registrando crescimento consistente nos últimos anos e considera injustificável que os trabalhadores sejam submetidos a exigências consideradas excessivas para terem acesso à parcela variável de seus rendimentos. “O Mercantil está crescendo ano a ano e lucra alto graças ao esforço dos funcionários e funcionárias. Usar metas inalcançáveis e travas burocráticas para estrangular os bônus dos trabalhadores é inaceitável”, afirma Marco Aurélio Alves, integrante da representação dos empregados do banco.
Pressão excessiva e adoecimento
Os relatos encaminhados à representação dos trabalhadores apontam para um ambiente de crescente sobrecarga nas unidades do banco. Além da pressão por resultados, funcionários denunciam dificuldades operacionais relacionadas aos sistemas utilizados para validação dos critérios de elegibilidade das campanhas.
Segundo o movimento sindical, a situação tem contribuído para o aumento de casos de adoecimento, especialmente quadros de ansiedade, estresse e síndrome de burnout.
Diante desse cenário, a COE-BMB cobra que o Mercantil reveja imediatamente as metas relacionadas ao crédito consignado, simplifique os programas de incentivo e adote critérios mais transparentes para participação e pagamento das premiações. “Exigimos que o Mercantil reveja, imediatamente, as metas do crédito consignado, pare de impor campanhas confusas que pulverizam o foco dos funcionários e tenha clareza nos critérios de elegibilidade. O lucro não pode vir às custas do adoecimento da categoria”, reforça Vanderci Antônio da Silva.
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